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20/05/2016 – Sul 21: Sindicalistas irão ao Piratini reivindicar reajuste emergencial para servidores do Executivo

SUL 21 | ONLINE

Em seminário realizado nesta sexta-feira (18), representantes do Sindicaixa, Sindispge, Sintergs, Sindsepe-RS e Afagro definiram uma pauta de reivindicações unificadas a ser entregue para o governo do Estado. As categorias reivindicam um reajuste emergencial para os servidores do Executivo, o fim do parcelamento dos salários e a manutenção dos direitos adquiridos.

Segundo Érico Corrêa, presidente do Sindicaixa, entidade que representa os servidores da antiga Caixa Econômica Estadual, os sindicalistas fizeram nesta manhã, na Casa Civil, uma solicitação de reunião com o governo do Estado para entregar a pauta das categorias na próxima segunda. “Segunda-feira, mesmo o governo não marcando a audiência, vamos até o Palácio Piratini”, garante.

“Nós vamos usar um argumento muito forte que é a questão do reajuste de 8,13% aprovado na Assembleia Legislativa para os servidores dos poderes. Afinal de contas, somente nós, servidores do Executivo, temos salários parcelados”, disse Corrêa sobre a reivindicação de reajuste emergencial.

O sindicalista ainda repudiou a manifestação feita pelo governador José Ivo Sartori em redes sociais em que prometeu vetar o reajuste dos poderes em respeito aos servidores do Executivo, citando nominalmente os profissionais do magistério e da segurança. “Achamos que foi uma manifestação discriminatória com as demais categorias”, afirmou, lembrando que, por exemplo, as corporações policiais têm um cronograma de reajuste até 2018.

Ele pondera que a situação é precária também para os demais servidores do Executivo. “Hoje pela manhã, ouvimos relatos de servidores que não têm mais condições de suprir necessidades básicas, como alimentação e compra de remédios”, afirma.

Corrêa diz que as cinco categorias reunidas no seminário, que ocorreu na sede do Sindicaixa, na Zona Sul da Capital, devem realizar no próximo dia 24 de junho uma assembleia unificada.

As categorias ainda aprovaram nesta manhã uma moção de solidariedade aos servidores da Educação, que entraram em greve na última sexta-feira (13), e às ocupações de escolas ao redor de Estado por parte de estudantes. “Estudantes estarem lutando pela Educação significa uma luta da sociedade. Estamos em um momento de agitação, mas, ao mesmo tempo, que a própria sociedade tem se dado do papel que esses governos têm atuado em nome de uma agenda neoliberal, de destruição do Estado”, afirmou.

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